Terça-feira, 30 de Agosto de 2011

setembro

Referências ao mês de SETEMBRO Setembro é o sétimo mês na conta de Rómulo e por isso foi assim chamado e cujo nome ainda hoje conserva. Os Egípcios o chamavam de , Phaophi, Os Caldeus e Babilónios, Tyssi. Os Hebreus, Tistin. Os Gregos e Aquivos, Corpiceos. Os Macedónios, Fartenos. Os Capadoces, Sooto. Os Bitinios, Arios. Os Ciprios, Plethiathatos. Os Alemães, Herbstrmandr. Os Ingleses, Algemonar. Os Árabes, Almuharar. As recomendações da medicina do século XVIII, princípios, aconselhava : Usa de toda a forte em iguaria, Que o tempo é de gentil serenidade, Por adubo a panela ter devia, Algum pó de Cordeal, que mais te agrade ; Prometo-te que gozes de alegria, Guardando estes preceitos com verdade : Gosta em jejum, se queres tomar força, O fumo de Betonica, que esforça. Portugal Médico – Coimbra 1726 .
publicado por Varziano às 12:36
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Monção

A CULTURA EM MONÇÃO A Casa das Imagens Monção, histórica vila raiana que confronta com a Galiza, está de parabéns pela criação de uma Associação cultural, - CASA DAS IMAGENS - cuja data da fundação desconheço, mas que pelo menos neste verão tem presenteado os monçanenses com uma série de espectáculos de alto nível e que, apesar de os intérpretes não serem profissionais, podem ombrear com os mais consagrados artistas nacionais A última, levada à cena, focou a famosa heróica história de Deu-la-Deu, que numa apresentação género de ópera epopeia, foi apresentada nas muralhas de Monção na primeira quinzena do passado mês de Agosto. Com êxito absoluto, e com assistência não só de Monçanenses e seus vizinhos, tanto portugueses como galegos, desenvolve o texto que não fomos capazes de averiguar qual o seu autor, pois que o guião que chegou até nós não o menciona. No entanto para melhor chegar ao conhecimento de grande parte do público que por certo desconhece a história dessa figura – Deu-la-Deu – que figura no brasão desta ridente vila raiana, vamos abaixo transcreve-lo, esperando seja do agrado daqueles que tiverem a paciência e, principalmente, o interesse de conhecer essa página brilhante da história de Monção e da sua heroína : HISTORIA, TEXTO DEULADEU COMO DIVA Deuladeu era a mulher Do Alcaide que andava fora Deixando a Praça Indefesa Perante a sanha invasora E quando tudo se esfarela E a resistência se esfrangalha Quando já as cores de Castela Esvoaçam junto à muralha Quando está iminente o revés E soam os clarins Quando se ouvem os olés Ergue-se Deuladeu Martins Qual Eva por Deus reinventada Varrendo do chão a farinha E com manha inflamada Acende os fornos da cozinha E com inspiração divina Coze regueifas e broas Que nem a padeira mais fina De tão estaladiça e boas E num pico de dramatismo Lança o pão aos do Sarmiento Que percebem ali mesmo Também eles sem sustento -Deus o deu, Deus o há dado – Que não seria Monção vergada Nem pelo ferro, nem pela fome E põem-se em debandada Deixando-nos com este nome ! E assim, uma mulher, usando da astúcia, a única ARMA que possuía, manteve intactas as muralhas de Monção, pondo em retirada as poderosas forças do castelhano Sarmiento. Este episódio, usando-o os monçanenses, no seu brasão DEULADEU LANÇANDO DAS MURALHAS CESTOS DE PÃO AOS CASTELHANOS Monção – Agosto de 2011

publicado por Varziano às 12:33
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Segunda-feira, 1 de Agosto de 2011

Sá de Miranda

SÁ DE MIRANDA No próximo dia 28, comemoram-se os 530 anos do nascimento de Francisco Sá de Miranda, em Coimbra – 28 de Agosto de 1481. Não posso deixar de assinalar esta data. Três razões me levam a isso. A primeira, o local do seu nascimento, terra onde eu vi a luz – Coimbra; a segunda, porque êste “Homem de um só parecer / dum só rosto, duma fé / d’antes quebrar que torcer”, escolheu o Minho para se refugiar da Corte; a terceira, porque é o patrono do nosso liceu. A todo isto, o que já não é pouco para o lembrar, temos ainda o principal – o seu grande talento que deixou disperso na Literatura Nacional do século XV. Assim o meu contributo será o de publicar alguns exemplos da sua criatividade esperando que a ilustre Amiga Dona Edite Pinheiro, autorize essa singela homenagem na sua página “Estante Edite Pinheiro”, ao mesmo tempo que sugiro aos amigos desta instrutiva página, uma colaboração lembrando Sá de Miranda, associando-se à publicação de uma que outra trova, poesia bucólica, canções ou sonetos. 1 de Agosto de 2011. Luís Costa
publicado por Varziano às 12:21
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